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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

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Nota Ao NITHWISHES GROUP

Fazem alguns dias que eu postei a respeito dos possíveis 6 dedos da atual vocalista do Arch Enemy (não leu ainda click aqui), o blog anda morto meio parado, e vejam só, o tal post reviveu o fluxo de visitas, o motivo é que eu simplesmente não sitei o grupo NITHWISHES (grupo do facebook) de onde veio toda a treta do 6° dedo da arara azul, a foto que ilustra a postagem com a marcação contando os 6 dedinhos veio de lá, pois é, eu faço parte do grupo, inclusive participei da caça a arara azul no istagram e também ando detestando a pseudo vegan namoradinha do dolinho  Doyle, até pensei em fazer um post propondo que os leitores deem um nome ao 6° dedo!




Fiz a postagem, fiquei de boa na lagoa, até me esqueci do blog, e de novo de boa na lagoa, lá está meu nome marcado em comentários do grupo, oh my goth fui descoberto (valeu Luccas), muitos me bullingnaram, vai levar um tempo pra eu parar de chorar, juro! , mas em fim... eles, trevosos como são, querem créditos pela postagem, e sim eles são os donos da treta toda... 

NITHWISHES GROUP é destinados aos fãs de bandas de metal com vocal feminino, a maioria relacionadas a cena Gothic Metal e que pouco tem de Paradise Loste e Type O' Negative, e talvez por isso todo o tom bem humorado de relacionar qualquer banda com uma mulher de espartilho e maquiagem pesada de gótica (vide Amy Lee), lá quem manda são os góticos de sangue, e como um dos membros já disse: góticos trouxas não são aceitos, lá todos são trevosos, todos usam preto (mesmo pra ir na padaria de manhã, mesmo na praia, mesmo no batizado evangélico da Andressa Urach, mesmo em uma conferencia da paz, enfim todo lugar mesmo, é lei!), lá todo mundo sabe que Simone Simons foi substituída (que nem a Avril e o Paul McCartney), lá todo mundo  acha a Tarja deusa e que a Sharon impera, além de que o Tuomas escorrega no quiabo e que Élan é ruim (brinks, não resisti), e lá esta aberta a temporada de caça a arara azul... 


quer conhecer melhor o grupo? clique aqui e faça uma solicitação aos adms, chama azamiga! 

e Anette e George são vocês os mais treteiros ever, foram vocês que começaram tudo, se algum dia eu ganhar dinheiro qsáporra vou pagar a banda gótica favoritas de vocês pra levar café na cama e fazer aquele show com aqueles hits ok? 



quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

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Teria Alissa White-Gluz 6 dedos?????

Arch Enemy é uma banda sueca de death metal melódico que possui uma vasta gama de fãs pelo Brasil, teve suas bases abaladas quando,  em Março de 2014, foi anunciada a saída da vocalista Angela Gossow, carismática e adorada pelos fãs  Gossow confirma que continuará na banda, mas nos bastidores, como empresária. Sua substituição foi pela Alissa White-Gluz, do The Agonist.

Tanto Angela quanto Alissa possuem a característica de usarem o vocal extremo, o chamado vocal gutural comum do estilo Death Metal  e ambas são belíssimas. Algo que muitos fãs tem reclamado nas redes sociais é que a substituta da rainha Angela não tem uma boa atitude para com os fãs, namorada de Doyle Wolfgang von Frankenstein mais conhecido por ter sido guitarrista da banda do The Misfits, o casal tem sido considerado os mais "chatos" do cenário musical rockeiro, Alissa teria até mesmo discutido com uma fã do namorado, outros relatos apontam uma vocalista "grossa" com síndrome do estrelismo, a mina tem recebido apelidinhos carinhosos como arara azul além de ser acusada de exagerar no fotoshop.

Nós últimos dias uma foto do casal tem gerado "tretas", a foto aparentemente exibe seis dedos nos pés de Alissa, claro que não iam deixar isso passar e foram logo fazendo comentários do tipo "Can you remove this finger please? Take it off?", e claro que os comentários sumiram quase que imediatamente, e todos bloqueados, é parece que a arara moça não curte brincadeiras. 


visite o istagram da moça e veja por si mesmo: alissawhitegluz







segunda-feira, 23 de julho de 2012

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E enquanto sentimos frio...

Esses últimos dias têm sido muito frios, e enquanto nos deleitamos de face e chocolate quente uma acusação se espalha pela rede: Lady Gaga influencia jovens a se tornarem gays... Antes mesmo de lançar sua copia (ou não) de “Express Yourself” a excêntrica e bizarra cantora já havia tomado a postura de luta pelos direitos dos homossexuais pressionando o Senado dos EUA, estrelando clips polêmicos, enfiam... A pop star anunciou recentemente uma parceria com uma rede de lojas para vender itens que promovam o orgulho dos jovens serem o que são – independente da opção sexual. A Associação da Família da Flórida, os acusadores, defendem que tal mensagem seria irresponsável e levaria as crianças a “aceitar” a escolha errada, perante a questão da sexualidade, levando em consideração o apelo emocional da propaganda. Tanto a rede de lojas quanto a fundação da cantora a Born This Way Foundation não responderam a acusação.


Que ídolos musicais são incríveis formadores de opiniões e grandes influenciadores de seus fãs é fato, mas será que poderiam estes influenciar até mesmo a opção sexual? Não diria nem opção, eu diria condição sexual... Será que é mesmo como ronda a rede: Lady Gaga seria mais uma peça da grande conspiração pra tornar o mundo um caos e um reino de perversão e sodomia, talvez o que começou com a obra de Marquês de Sade e alienígenas sinistros, blasfêmias, maneiras de controlar pessoas com culpas e aquelas historias de queimar pessoas e o sorriso da Mona Lisa. Não sei. O preconceito é tão vasto, a promiscuidade tanto hetero quanto homo estão estampados por toda mídia e ruas, o principio de família esta tão difusa em estereótipos bem sucedidos e infelizes que o simples fato de querer ser quem realmente é fica pra depois, se caso for se enquadrar nesses estereótipos... Não sei qual é a da Gaga, mas sei que ela é uma nerdalhona star que vem dado coragem a muitos jovens a mostrarem quem realmente são e não se tornarem outra coisa... Nada é perfeito, e sabemos disso, o reino pop que ela tem criado tem muitas questões a se discutir, mas não seria ela um reflexo do que cada um é por dentro?

sábado, 5 de maio de 2012

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Levantando Discussões – A Diferença entre My Chemical Romance e Outras Bandas da Mesma Época


Bom, este post seria a continuação de uma pequena discussão entre eu e alguns amigos sobre MCR ser ou não ser uma boa banda, claro que de imediato o termo “emo” veio à tona e com isso comparações com Simple Pan e McFly são inevitáveis...

Primeiramente “emo” não é nenhuma destas bandas... Pra ser emo tem de ser Hardcore somado a letras e aspectos mais melódicos o que vemos em bandas como a breve Embrace dos anos 80, o termo “emo” muito utilizado para definir varias bandas surgidas nos anos 2000 só serve mesmo para insultar ou difamar (o que não deveria acontecer já que o movimento "emotional hardcore" ainda respira no senário underground ) então esse ponto pode se descartar, sem contar que hoje em dia já nem se fala muito sobre isso.

Falando de Simple Pan, essa banda faz um Punk Pop... É, quem nunca se pego cantarolando um dos seus hits que por vezes foi tema da novelinha Malhação? Bom querendo ou não tenho que admitir que SP tem lá o seu mérito, afinal esta na mídia ate hoje emplacando mais hits sem se deixar cair na tentação de repetir as mesmas velhas melodias que deram tão certo no passado. Apesar, de a meu ver, serem chatinhos foram eles que levantaram o Punk Pop então longe de eu criticar essa banda, mas o dia que eles fizerem um álbum tão bom como o “Danger Days: The True Lives of The Fabulous Killjoys” do MCR eu compro sozinho 1000.000.000 de cópias e saio distribuindo pelas ruas!!! Sério, do minha palavra... Resumindo: nem de longe é melhor que MCR... Mas tem lá o seu mérito.

Agora a McFly... ahhh McFly... Bom, essa banda formada por 4 jovens do Reino Unido, não me causa impacto nem um pouco. Podem-me dizer que é a banda mais jovem a ter um álbum de estreia em primeiro lugar no Reino Unido e que esse título pertencia aos Beatles (o que pra mim não serve de comparação com Beatles, nem mesmo na era ante Rubber Soul quando eles ainda não eram lá uma banda de “rock cabeça” e sofisticado pra época) ou ainda me indicarem o álbum “Wonderland” (lançado em 2005, álbum que muitos acreditaram que McFly não seria só mais uma boyband do tipo Jonas Brother ), que eles tem uma releitura lastimável de “Don’t Stop Me Now” do Queen ou quem sabe que suas influencias giram em torno de Green Day e os próprios Beatles... Não... Nada me tira da cabeça que essa é uma banda de patricinha que ama pintar as unhas de rosa enquanto assiste “Bom Dia e Cia” pensando no mauricinho mais lindinho da turma... Fala serio... Suas canções são tão descartáveis que chega a ser cruel ouvir... Fato: definitivamente não supera o MCR...

    Ainda poderíamos falar da descartável Fall Out Boy ou ainda da Panic! at the Disco e quem sabe Good Charlotte. Nenhuma foi ate agora ou será como é o caso da FOB, tão original quanto a MCR.


    Mas porque MCR é tão foda???? Pra começar a banda é liderada por um nerdalhão chamado  Gerard Way, o cara além de cantar é um puto desenhista, compositor, escritor e pintor, deve muito de seus talentos a Elena, sua avo que morreu durante uma de suas primeiras turnês (a canção Helena é para ela). Elena o incentivo nas artes ensinando o a cantar e a atuar. Way é formado em Belas Artes e chegou a criar um desenho para a Cartoon Network, infelizmente “The Breakfast Monkey” não foi aceito por ser semelhante a outra produção (The Aqua Team). Isso não desanima nosso querido Garard Way, em 2007 o HQ The Umbrella Academy é lançado pela Dark Horse, a série é idealizada e escrita por ele e ainda conta com a arte de Gabriel Bá (Casanova) e Dave Stewart (Hellboy).

Mas ai você me pergunta: o que isso tem a ver com a sonoridade e essência da banda??? Bom, ” I Brought You My Bullets, You Brought      Me Your Love”(2002), primeiro álbum da banda, sofre muita influencia de tanta criatividade vinda de Way, e apesar de tudo ter começado com uma composição sobre os atentados terroristas em 11 de setembro (Skylines And Turnstiles), "Bullets" (como foi apelidado mais tarde) conta a história de dois amantes criminosos (Demolition Lovers), os amantes são perseguidos por um grupo de vampiros sádicos e ao final são queimados no deserto e vão para o inferno. Somente com isso já se percebe a grande originalidade do MCR, o que os distanciam muito das outras bandas já citadas neste post.

   Sequencialmente mais tarde é lançado “Three Cheers for Sweet Revenge”(2004) consolidando a banda e dando continuidade a história, desta vez para que ele esteja com ela após a morte, ele deve voltar a terra e matar 1000 homens maus. O álbum é enérgico e sujo como seu antecessor porem abre mais portas a banda dando uma brecha a outros públicos, além do underground já conquistado.

Em 2006 é vez de contar a historia de “O Paciente”, um personagem que esta morrendo de câncer em um hospital. O álbum “The Black Parade” é obscuro e tocante, o produtor Rob Cavallo da um tom pop ao álbum que foi muito bem aceito pelo grande público. Com um clima gótico e sarcástico cheio de apelo teatral suas melodias passam por guitarras abafadas a riffs que beiram o Heavy Metal (o que os mantem criativos e ainda se destacando das demais bandas). “The Black Parade” ainda traz outros personagens além de “O Paciente” que no mínimo são  perturbadores:
         A Mãe Guerra (The Mother War), que pode ser vista no fim do videoclip "Welcome to The Black Parade" com um vestido antigo e uma máscara de gás.

         O Medo (The Fear), uma das enfermeiras que aparece no videoclip "Welcome to The Black Parade".
         O Arrependimento (The Regret), outra das enfermeiras que aparece no videoclip "Welcome to The Black Parade".
       A fase que exibia o lado gótico do MCR se encerra após o lançamento do dvd  “The Black Parade Is Dead” onde se encontra toda construção da banda em sua jornada ate então.
Após isso eles apareceram com um cover de “Desolation Row” (2009)do Bob Dylan, o single que se difere da original por ter 3min (a original tem 11) e ter uma postura punk rock escancarado foi gravado para o longa “Watchmen” (mais uma ponta no universo HQ) a versão é incrível e bem sucedida (diferente da canastrona “Don’t Stop Me Now” do Mcfly, a tentativa mais infame de fazer um cover do Queen, sem falar em  “Crazy Little Thing Called Love” afff... )

E ainda demonstrando que Way é realmente um nerd, os Killjoys são apresentados no vídeo de  "Na Na Na (Na Na Na Na Na Na Na Na)".  “Danger Days: The True Lives of The Fabulous Killjoys” é um álbum diferente do rock sujo dos dois primeiros e nada dark como foi o “The Black Parade”, mas ainda mantem a criatividade MCR. Os membros trajados de roupas coloridas armados com armas que mais parecem ter saído de um desenho animado mais se parecem com super-heróis dos quadrinhos, e assim são rebeldes justiceiros. O álbum, como o próprio Way já disse, tem canções influenciadas por Rick Springfield e Children of Bodom. É um grande álbum, diga se de passagem, nele você ouve arranjos bem trabalhados, peso de guitarras, sirenes intergalácticas e musica eletrônica (semelhante a MGMT).
Os Killjoys (Party Poison (Gerard Way), Jet Star (Ray Toro), Fun Ghoul (Frank Iero) e Kobra Kid (Mikey Way)) lutam contra a corporação "Better Living Industries" em um futuro não tão distante, os rebeldes são guiados por um DJ (Dr. Death Defying) de uma radio pirata.

O fato é que MCR vem provando ser uma grande banda, deixando o termo “emo”(sem ligação sonora com o movimento dos anos 80 e sim uma chacota) para bandas menos originais e mais oriundas ao universo pop descartável. Gerard Way mescla sua vida de rocks star e nerd amante de HQ e livros o que deixa tudo mais interessante e original e isto é o que separa MCR das demais bandas que surgiram na mesma época.

Nota: este post tem sim um sentido provocativo, mas claro que minha opinião está guinada em tudo, todas as bandas tem seu lugar ao sol e tudo não passa de mera questão de opinião...



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